Eco Trends & Tips ®

Vista esta camiseta e salve o mundo

Ecopop™: ecologia é pop Quinta-feira, 5 Junho 2008

Arquivado em: Comportamento, Design, Ecologia, Marketing, Meio Ambiente, Moda, Tendência — Fernanda Vasconcelos Torres @ 10:57 pm

Surge um novo canal para apoiar, divulgar e estimular a onda verde: o site ecopop.com™ (em inglês), que foi concebido pelo “gestor de marcas inovadoras/empreendedor” Chade Rea, que tem vasta atuação no desenvolvimento de marcas e de ações ecológicas.
O Ecopop começa com o “E se …” como uma sugestão de que para tudo há alternativa, basta gerar novas soluções, e estimula todos a participar disso. O bacana é ver seus assuntos variadíssimos, que trazem informação bem humorada e cool, com foco no consumo consciente neste mundinho capitalista. E traz ainda uma proposta de 4 etapas:
1 - Pegar para si o que leu para seu negócio ou estilo de vida.
2 - Dar sua opinião e contribuir com idéias, através de posts nas matérias (fazendo login, cadastro gratuito e rápido).
3 - Repetir, ou seja, volte sempre que ler a newsletter (cadastre-se).
4 - Regozijar-se, você está contribuindo para mudanças onde elas são realmente necessárias.
A intenção é usar a cultura pop para melhorar o mundo.

Fonte: Cajon DeSastre

 

13ª edição do Fashion Rio com decoração ecológica Quarta-feira, 21 Maio 2008

Arquivado em: Comportamento, Decoração, Design, Evento, Marketing, Meio Ambiente, Moda, Responsabilidade Social, Sustentabilidade, Tendência — Fernanda Vasconcelos Torres @ 12:01 am

A semana de moda mais charmosa do Rio está cada vez mais consciente da importância da sustentabilidade. Na montagem da próxima edição do Fashion Rio, de 7 a 13 de junho, na Marina da Glória, serão usadas 25 toneladas de madeira especial, fabricada pela Ecowood Rio, composta por materiais reciclados, como notas de dinheiro descartadas pela Casa da Moeda, resíduos da fabricação de fraldas descartáveis, borra de café e fibra de coco, além de resíduos da indústria têxtil.
Visitantes vão pisar em carpetes de material reciclado e o ambiente terá luminárias feitas com carretéis de máquinas industriais reaproveitadas. Com o mote ‘Repense, Recicle, Renove’, a organização quer mostrar que o setor está atento à questão ambiental e que as mudanças de atitude se refletem na moda. “Mas é preciso muito avanço ainda da tecnologia. Os materiais são muito caros”, diz Eloysa Simão, idealizadora e coordenadora do Fashion Rio. Para “esverdear” o evento, será gasto de 25% a 30% a mais.
A Marina da Glória será decorada com uma série do artista plástico André Andrade chamada “Retalhos”. André expôs a maioria de suas obras na Noruega, onde residiu por um ano e meio, e atualmente participa da Mostra Artefacto no Casashopping no Rio, onde estão três quadros e uma escultura feitos de madeira e retalhos.

Fontes: Erika Palomino |O Dia Online
Imagem: Divulgação

 

Scuppies querem consumir sem peso na consciência e cuidar do meio-ambiente sem fazer militância Terça-feira, 20 Maio 2008

Arquivado em: Comportamento, Marketing, Meio Ambiente, Moda, Responsabilidade Social, Sustentabilidade, Tendência — Fernanda Vasconcelos Torres @ 11:54 pm

Um novo grupo de consumidores cresce no cenário global em pesquisa do jornal “London Times”. São os Scuppies (Standing for Socially Conscious Upwardly Mobile Persons) um híbrido de hippies e yuppies, considerados os mais influentes desta geração por se importar com o meio-ambiente e causas sociais, e ao mesmo tempo dão importância à qualidade de vida, seguem tendências de moda, gostam de viajar e se preocupam com o saldo bancário.

“Sou um profissional ambicioso. Gosto de coisas boas e procuro ter segurança e saúde. Mas não vou atrás dos meus objetivos sem ter uma consciência social”, diz o americano Chuck Faila, inventor do termo. Ele é também responsavél pelo “The Scuppie Handbook”, manifesto sobre o novo estilo de vida. “Nós queremos salvar o mundo, sim. Mas enquanto isso queremos aproveitar nossas vidas. Não acreditamos em compromisso. Ser eco-friendly não implica em abrir mão do prazer”, explica.

Traçando o perfil dos scuppies, a reportagem aponta como características do grupo ir ao Starbuck’s tomar café apenas se tiver o selo Fair Trade (produto orgânico com certificado de comércio justo), ir a supermercados naturais e trocar a sacola de plástico por retornáveis e usar lençóis de algodão orgânico para dormir. E não é só isso. A glamourização do socialmente correto e conscientização ecológica é regra entre as pessoas dos altos níveis da sociedade, de Bono Vox a Leonardo DiCaprio, dando lugar a um novo tipo consciência. “Gastos e consumismos excessivos estão fora de moda”, escreve Chuck.

“Você não vai encontrar em scuppie preso a um pau-brasil no meio da floresta amazônica ou protestando sobre o tanque de óleo. Você vai encontrá-lo nas aulas de yoga e nas cafeterias orgânicas”, explica.

Fonte/Imagem: Erika Palomino

 

Adidas Grün: eco way of life Sábado, 17 Maio 2008

Arquivado em: Comportamento, Design, Marketing, Meio Ambiente, Moda, Sustentabilidade, Tendência — Fernanda Vasconcelos Torres @ 9:47 pm

“Grün é a linha da Adidas que traz um novo conceito para o cenário da moda, mostrando que é possível unir estilo e consciência ambiental”. Um blog (em português) foi criado para diálogo e participação dos consumidores da marca e fashionistas. Grün (verde, em alemão) foi o nome escolhido para batizar essa linha de produtos biodegradáveis.

“Não basta só vestir Grün, é preciso viver Grün. Por isso, construímos este blog, no qual você vai encontrar informações diversificadas e descobrir que para contribuir com o meio ambiente não é preciso tirar carteirinha de ecochato”, explicam. Para receber as atualizações, é só informar seu e-mail e esperar a news com notícias verdinhas. Olha que legal essa ação feita em Londres para divulgar a novidade:

 

Guerrilha garderners

                 

De um dia para outro, as ruas de Londres ganharam um verde diferente. Entre outras intervenções, outdoors em formato de tênis feitos com plantas passaram a fazer parte do cenário londrino. A ação foi planejada para o lançamento internacional da linha Grün, que utiliza matéria-prima biodegradável em todos os produtos. Na composição de roupas e tênis estão sementes de girassol, fibras de cânhamo e bambu, além de soja misturada com algodão. A coleção que acaba de desembarcar no Brasil também ganhou um vídeo, inspirado na “Guerrilla Gardening”, movimento de plantio de mudas em locais abandonados, iniciado pela pintora norte-americana Liz Christy, em 1973, e revisitado por Richard Reynolds em 2004.

Para produzir este vídeo, a Adidas fez uma parceria com a revista britânica digital Dazed & Confused.


 

Adidas Grün: www.adidasgrun.com.br 

 

Rede Zaffari/Bourbon aposta nas shopping bags Sábado, 10 Maio 2008

Arquivado em: Comportamento, Ecologia, Marketing, Meio Ambiente, Sustentabilidade, Tendência — Fernanda Vasconcelos Torres @ 10:25 pm

                    

A rede gaúcha de supermercados Zaffari/Bourbon está dentro da proposta de sustentabilidade e preservação do meio ambiente. Ao lado dos caixas nas lojas de Porto Alegre, os clientes encontram para compra uma alternativa para substituição das sacolas plásticas tradicionais: a Sacola Ecológica (clique nas fotos acima para ampliar).

Feita 100% de algodão, a shopping bag mede 47cm x 37cm, suporta até 8kg ou o equivalente a 4 garrafas de 2l, podendo ser lavada e dobrada (ocupando pouco volume). O produto é fornecido pela Parceria Verde, empresa responsável pelo Projeto Maquiné Bioativo que ajuda a preservar os 2,7% restantes da Mata Atlântica Gaúcha.

As sacolas também estão disponíveis online na Essenciais do Brasil (confira aqui a matéria).

Parceria Verde: www.souparceiroverde.com.br
Essenciais do Brasil: www.essenciais.com.br

 

Estilista Carlos Miele e Vogue promovem festa VIP em prol da ONG de Sting Domingo, 4 Maio 2008

Arquivado em: Comportamento, Ecologia, Evento, Marketing, Meio Ambiente, Moda, Sustentabilidade, TV — Fernanda Vasconcelos Torres @ 6:36 pm

 

O estilista brasileiro Carlos Miele (M.Officer) foi o anfitrião de uma super festa beneficiente no final do mês passado. O agito rolou em sua loja no Meatpacking District, em NY. Com apoio da Vogue América, o evento marcou o lançamento de uma linha de camisetas com estampas criadas por celebridades, cuja venda será revertida para as ações da Rainforest Foundation no Brasil. Criada em 1989 pelo cantor Sting e sua mulher Trudie Styler, a Rainforest é uma das primeiras organizações a se dedicar a preservação das florestas tropicais, em especial a Amazônia. É também uma das pioneiras na defesa dos povos indígenas brasileiros.

Para a criação das camisetas, Miele convidou personalidades para criarem imagens relacionadas à proposta da ONG. A lista de celebridades-designers é extensa: a atriz Scarlett Johansson desenhou uma estampa aquarelada, com árvores e pássaros roxos. A escritora francesa Diana Picasso, neta do artista Pablo Picasso, debruçou-se sobre as formas orgânicas de uma árvore. Para sua tee, a jovem atriz Camilla Belle usou uma frase da freira ambientalista Dorothy Stang, assassinada na Amazônia, em 2005.

Miele também convidou as brasileiras Bebel Gilberto, Alice Braga e Caroline Trentini para participar da ação. As brazucats marcaram presença na festa, ao lado da produtora Paula Levigne (ex de Caetano Veloso). Apoiando a causa também circularam por lá Lindsay Price e Kim Raver - ambas atrizes do seriado Lipstick Jungle (estilo Sex & The City) - e Michael Roberts (Vanity Fair) - que também assina uma das peças. Teve espaço até para um sambinha verde-amarelo e índios vestidos a caráter na loja.

As camisetas - 2 modelos femininos e 1 masculino -, estão à venda em todas as lojas Carlos Miele, Miele e M.Officer no Brasil e em NY. Por aqui, custam R$69.

Fonte: RG Vogue | Caras 
Fotos: Carol Nogueira/Alexandre Farah (RG Vogue)

 

Upman: roupa íntima masculina com apelo natural Segunda-feira, 28 Abril 2008

Arquivado em: Comportamento, Design, Ecologia, Entrevista, Marketing, Moda, Sustentabilidade, Tendência — Fernanda Vasconcelos Torres @ 7:02 am
Recentemente a Upman, marca com foco na produção de peças íntimas masculinas, mas que também abrange o público feminino e infantil, lançou uma linha de cuecas confeccionadas com cotton orgânico. Estratégia esta que tem se consolidado desde 2007, quando criou uma cueca de fibra de bambu. Nesta semana, a UseFashion foi conversar com o Diretor da Upman, Sidimar Gotardo Remussi, para saber mais sobre seus os investimentos na área de produtos ecologicamente corretos e as relações dos consumidores com os produtos que respeitam o meio ambiente.

UseFashion - Como o público tem reagido a essa proposta ecológica?
Sidimar Gotardo Remussi - A reação do público tem sido bastante positiva em relação a produtos com apelos naturais, pela inovação, pelos benefícios que podem proporcionar ao usuário e ao meio ambiente e também pela oportunidade do consumidor de praticar a consciência ecológica tão comentada.UF - Qual é o público alvo desses produtos?
SGR - O público alvo são consumidores preocupados com as questões ambientais que se propõem a pagar um pouco mais por um produto ecologicamente correto, como já acontece na área de alimentação. Mais do que classe social propriamente dita, acredito em estilo de vida que respeite estes valores.

UF - Sobre o material, qual é sua procedência e por que a denominação “orgânico”?
SGR - Dá-se o nome de orgânico a produtos procedentes de plantações com solos livres de produtos químicos (no caso do algodão são necessários 3 anos) e tratados com adubos naturais. Os produtos da Upman têm origem certificada da plantação à fiação, com processos totalmente sustentáveis. Os resíduos do processo produtivo do tecido são 100% tratados, desta forma não causando impacto ao meio ambiente.

UF - O design das cuecas de cotton orgânico é diferente das demais?
SGR - Um design exclusivo para a linha foi especialmente desenvolvido para o lançamento das cuecas orgânicas para comunicar através do elástico sua identidade natural. Hoje a marca Upman tem 50% das peças de algodão, confeccionadas com tecidos orgânicos.

UF - Quais são os projetos da marca nesse segmento?
SGR - São altos os investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos com caracteristicas ecologicamente corretas. Como pioneira no mercado brasileiro no lançamento de cuecas orgânicas, a empresa está analisando a receptividade do consumidor. A intenção é consolidar a linha natural, oportunizando cada vez mais o consumidor a adquirir produtos com design inovador somados à consciência ecológica.

Por Lisie Venegas/ UseFashion
Fotos: Upman/Divulgação

 

Hope Green: lingerie ecológica Sábado, 19 Abril 2008

Arquivado em: Comportamento, Ecologia, Marketing, Meio Ambiente, Moda, Sustentabilidade, Tendência — Fernanda Vasconcelos Torres @ 3:30 am

A marca de lingerie Hope lançou uma linha que segue o conceito do “ecologicamente correto”.

A Hope Green apresenta calcinhas feitas a partir de algodão originado do plantio sustentável.

As peças surgem em dois modelos: fio dental e tanga. Ambos recebem acabamento em renda e podem ser encontrados em sete cores como preto, branco, vinho e verde.

O material, além de não irritar a pele, é de secagem rápida e facilita a transpiração. 

O preço do fio dental R$ 24,90 e da tanga, R$ 26,90

 

Hope Green: www.hopelingerie.com.br  

Fonte: Terra | Foto: Divulgação

 

O bom negócio da sustentabilidade Quinta-feira, 17 Abril 2008

Arquivado em: Marketing, Meio Ambiente, Moda, Sustentabilidade, Tendência — Fernanda Vasconcelos Torres @ 11:20 pm

A preocupação crescente da sociedade com o desenvolvimento sustentável tem levado as empresas de moda a investirem tempo e dinheiro em viabilizar seu negócio tendo em mente o meio ambiente. Há várias iniciativas nessa área que vão além dos requisitos básicos exigidos em lei e todas ajudam as empresas a fazer bons negócios.

Matéria-prima limpa

Acompanhando os lançamentos das coleções, percebe-se vários investimentos na cadeia produtiva das fibras alternativas, sejam elas orgânicas, como o algodão colorido no pé, ou simplesmente mais duráveis, como tecidos de fibra de bambu. Além disso, processos mais limpos, eficientes e certificados internacionalmente também fazem sua parte na manutenção do meio ambiente.

“O algodão colorido naturalmente atenua ou dispensa a necessidade de tingimento”, explica o professor de Tecnologia Têxtil da Feevale, Luiz Carlos Robinson. “Apenas este processo é responsável por maior parte da poluição da indústria têxtil e esta economia compensa a produtividade 10% menor em relação ao branco”.

Apesar do processo de industrialização diferenciado, as roupas produzidas com ele não diferem em qualidade das produzidas com a matéria-prima comum. Mesmo assim, muitos fabricantes têm preferido apostar em looks mais “naturais”, que comuniquem bem seu caráter ecológico.

De acordo com maior parte dos especialistas de marketing, um dos mandamentos fundamentais em qualquer estratégia de valorização é comunicar os elementos de diferenciação, mesmo que isso signifique não seguir a moda do momento.

Com esse cenário favorável e uma produção muito menor, o algodão alternativo ainda é pouco representativo no mercado (menos de 2% de todo o algodão mundial é orgânico) e as empresas do segmento disputam o acesso à matéria-prima à tapa. Por esse motivo, os produtos fabricados são mais caros, independente dos looks.

Paralelo a isto, tem-se percebido uma presença marcante de “linhas verdes” no catálogo de boa parte dos expositores das feiras cobertas pela UseFashion. Mês passado, notamos isso na FEMATEX (Feira Internacional para a Indústria Têxtil e Confecção), em Blumenau (SC).

A Horizonte Têxtil (requer login), por exemplo, está introduzindo no mercado sua lona construída com trama de fio de poliéster reciclado a partir de garrafas PET e urdume de fios de algodão reciclados de sua própria fiação. Segundo por Monika Debasa, Gerente de Produto da empresa, o foco é o uso em sacolas e bolsas com temática ecológica, além de calçados e móveis.

Além de ocupar um nicho de mercado bastante promissor – basta ver a mobilização de consumidores contra as sacolas plásticas em vários municípios brasileiros – a empresa garante não canibalizar seus outros produtos por ter um propósito bem determinado. Ou seja, linhas ecológicas se focam em mercados de ativistas, ao contrário de buscar o público geral. Obviamente que quanto mais ativistas surgirem no mercado, tanto melhor para o faturamento da companhia.

Controle rígido e tecnologia

Na contramão dos nichos ecológicos, a solução das empresas preocupadas com o desenvolvimento sustentável pode ser uma recomendação comum de qualquer administrador: investir em tecnologia e produtividade. O raciocínio é simples: quanto mais eficiente for o processo, menos recursos serão desperdiçados, os produtos ficam mais baratos e todos juntos salvam o meio ambiente.

“Um avanço interessante na indústria têxtil é a utilização de fiação com `jato de ar´, que são mais produtivos, mais dinâmicos e possibilitam a produção de fibras têxteis com menor diâmetro, portanto mais leves”, conta Luiz Carlos Robinson. Segundo dados de estudiosos, uma fiação à jato de ar produz 180 m/hora sem geração de pó, ao passo que uma fiação mecânica mal chega a uma fração disso.

Usando a tecnologia de fiação à jato de ar, a empresa de fios especiais H. Marin disponibilizou no mercado um fio misto com alto teor de poliéster proveniente de PET. “Os fios mistos misturam algumas vantagens dos filamentados sintéticos, como alta tenacidade, com as características suaves das fibras naturais”, explica o empresário Antônio Marin. Com isso, é possível empregar o fio misto tanto para a trama quanto para o urdume na fabricação de tecidos planos.

Busca pela certificação trouxe ganhos

Aliada às melhoras trazidas pela tecnologia, o incremento em qualidade e eficiência proveniente de melhores práticas de gestão e controle implantadas a partir das certificações ISO 14.000 e OEKO-TEX-100 certamente tem um impacto maior.

Em 98, quando o Grupo Vicunha começou a trabalhar mais intensamente em eficiência de recursos energéticos para obter sua certificação ISO 14.000, o seu consumo de eletricidade por metro de jeans produzido era 2,8 Kw. Hoje, 10 anos depois, é de 2,3 Kw/m. A redução substancial de 17% no total consumido se deve a um trabalho para otimizar o uso de energia premiado pelo Procel (Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica) em 2003.

“Hoje reutilizamos em torno de 65% da água utilizada no processo”, explica Fred Lapa, o gerente de controle de qualidade índigo e brim da empresa. Além disso, passou a medir com mais carinho o gasto de vapor e a emissão de efluentes.

Além dos ganhos econômicos e ecológicos em diminuir o desperdício, a indústria tem uma motivação especial para cuidar da natureza: o selo OEKO-TEX-100. Alguns países europeus importam apenas tecidos com esta certificação.

Por outro lado, manter-se a par do mercado e da moda pode ser trabalhoso. Segundo Fred, é necessário pesquisar e desenvolver novos produtos que impactem menos no meio ambiente para não ficar para trás do mercado.

Fonte: Daniel Bender / UseFashion
Fotos: Horizonte Têxtil/Divulgação, Vicunha/Divulgação e UseFashion

 

Kate Hudson fotografa na África para nova linha de cosméticos ecológicos Terça-feira, 1 Abril 2008

Arquivado em: Comportamento, Cosméticos, Marketing, Meio Ambiente, Moda, Tendência — Fernanda Vasconcelos Torres @ 2:46 am
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 Diferente de outras estreladas de Hollywood, que escolhem se arriscar na moda com tesouras e agulhas, Kate Hudson entrou para o mundinho dos cosméticos. A atriz está com tudo pronto para lançar sua linha ecológica e orgânica de produtos de cabelo – em parceria com seu cabeleireiro da vida toda, David Babaii. E, para clicar a campanha, Kate embarcou para a África.

O clima era de safári – fora os cabelos da atriz, claro, que estavam bem domados - e Kate posou ao lado de uma chita e segurando um baby lion. Os cliques são assinados por Peter Lindbergh. 

Fonte: RG Vogue (com fotos do making of)